Publicado por: tpfernandes | 02/02/2011

VIII Luso-Galaico 24 e 25 Abril 2010 (Rescaldo)

Participei pela primeira vez no Luso Galaico onde até então nunca tinha andado muito de bike em Esposende e arredores.

Percurso: Muito rolante, até ao km 25 parecia uma auto-estrada, só estradões, depois disso houve uma subida de desmontar e pouco mais. Passagem do rio por cima duma ponte de canoas gerou muita confusão e engarrafamento.
Partida: 9 e 40, a horas.
Abastecimento: Não era digno de encher a mula, mas também não ando lá para isso. Bananas, água, sandes de mel, cubos de marmelada, laranjas e bolachas. A meu ver faltavam umas bebidas energéticas já que as barras são compensadas pela marmelada neste caso.
Sinalização: Nada a apontar
Tenda gastronómica: Não fui
Banhos: Relativamente rápida a espera, nas piscinas de Esposende, boas condições como eram de esperar
Jersey: De boa qualidade, o fecho de cima a baixo é uma mais valia, limpo de publicidade, ao que se vê por aí.

Quanto ao tempo, fiz 50 km em 3h 11 min.

De lamentar os espertos que atiram lixo para o chão, só espero que um dia passe uma maratona numa mata vossa ou perto das vossas casas e que hajam macacos como vocês a fazerem o mesmo. A maioria dos jerseys que vejo têm bolsos, cabem lá umas 2 ou 3 garrafas amassadas. Mas devem perder rendimento e isto tamos cá é para competir.

Para o ano, e ao contrário de muitos queixosos que devem querer maratonas em passadeiras vermelhas com loiraças a darem-lhes banho e abanarem as palmeiras no final, visitarei Esposende novamente.

Publicado por: tpfernandes | 27/06/2010

3º Nocturno JoaneBTT – Rescaldo

Pela primeira vez, marquei presença num passeio nocturno e fiquei fã. Apesar de ser mais perigoso a meu ver, não deixa de ser emocionante ver um palmo à frente e não saber muito bem o que vem a seguir.

Quanto à organização do Nocturno JoaneBTT, está de parabéns. Esteve tudo 5 estrelas, desde percurso, marcações com placas reflectoras, banhos, jantar, brindes, sorteio de prémios, aquelas bebidas energeticas no início mesmo a calhar. Estava tudo excelente por 10 euros.
JoaneBTT, um grupo a ter em conta quanto à organização de eventos.

Publicado por: tpfernandes | 27/06/2010

BTT Isabelinha 2010 – Rescaldo

Sendo de perto já deveria ter ido mais vezes à esta maratona, mas fui este ano pela primeira vez fazer a meia maratona.

Pontos Fortes

Boa sinalização (mesmo assim perdi-me, devo ter falhado uma seta)
Percurso
Saída a horas

Pontos Fracos

Brindes (não vou lá por isso, mas por 10 euros em outros lados, já tive coisa melhor)
Abastecimento (quando cheguei lá, só haviam 2 bolos de arroz, maças, água e barras da decathlon e bolachas, onde estavam as bananas? laranjas? bebidas energeticas ou sumo que fosse? barras energeticas? não há patrocinadores? eu vi os patrocinios estampados no dorsal, o que fizeram ao € deles? muito pobrezinho a meu ver)

Não fiquei para o almoço e não tomei banho nas instalações, como tal não posso opinar sobre isso.

Resta-me dizer e perguntar à organização para que foram os meus 10 euros? Já fui a passeios À BORLA muito melhores em termos dos pontos fracos que referi.

Para o ano não sei se estarei em Viatodos.

Publicado por: tpfernandes | 07/05/2010

Ribeirão – Clube Mondraker/Índios do Monte – 20 Março

Foi a minha estreia a rolar com o tão aclamado Clube Mondraker.

Apesar do ameaçar da chuva e da mesma que caiu a potes durante a noite, acordei e fiz uns km’s até ao ponto de encontro: Igreja de Ribeirão.

Começámos pelo lado de Fradelos em direcção a Corvos com um percuso que em certas alturas se revelou durinho. Apesar das subidas, como quase sempre, as descidas compensaram.

Por vezes, os trilhos pareciam autênticos rios dada a chuva que tinha caído nos dias antecendentes, mas isso, não foi impedimento para nós.

Depois de Corvos, seguímos rumo a Parada e Ferreiró passando pela fábrica de papel abandonada.

Depois de Ferreiró seguiu-se a subida à cividade de Bagunte onde se fez uma breve paragem para comer qualquer coisa.

Depois de descer a Cividade foi rumar a um cafezinho perto do ponto de partida onde estava à nossa espera um lanche que caiu que nem ginjas.

Foi um passeio de Sábado de manhã excelente em excelente companhia.

Restantes fotos por Clube Mondraker: http://picasaweb.google.pt/fotosclubemondraker2010/20100320Ribeirao#

Track GPS por Clube Mondraker: http://connect.garmin.com/activity/27510999

Publicado por: tpfernandes | 29/04/2010

Xurês – Rota das Sombras – Dez 2009

A volta do feriado do  8 de Dezembro foi no Xurés para fazer a Rota das Sombras que eu nem sabia o que era até lá chegar nem sabia por onde andar, mas se era no Gerês ou Xurês, claro que era motivo para sair da cama às 6 e 30 da matina.

7 horas, 6 malucos, uma carrinha, dois carros e siga até à Portela do homem onde chegámos por volta das 9 e 30 e o termómetro marcava 8º C. O homem do GPS (Filipe) sugeriu fazer a Rota ao contrário, porque não? Descemos uns 100 metros desde a fronteira para virar à direita onde se começa a subir gradualmente a partir dos 700 metros até aos 1000 mas bastante rolante pois não haviam paredes a subir.

A vista é fenomenal, o terreno nem se fala, bem rolante, com subidas e descidas q.b. da parte da manhã, quedas de água em todo o redor e caminhos onde me questionei “vamos passar ali?” e passa mesmo, anda-se em volta dos montes espectacularmente bem.

Parando aqui e ali para fotos de praxe e para comer qualquer coisa, acabámos por parar para almoçar alguma coisa que se levou de casa já em Lobios depois de uma parte sempre a descer desde os 1000 até aos 400m coisa que acaba rápido.

Se de manhã foi tudo muito rolante, de tarde as coisas complicaram-se depois de termos estado perto da piscina termal e com vontade de saltar lá para dentro onde se via gente a tomar banho ao ar livre com uns 12ºC lá fora, foi subir a tarde toda a maior parte das vezes com a burra à mão, eram paredes e paredes impossíveis de serem trepadas em cima dela.

Foi subir umas 3 horas para descer durante uns míseros 30 min até à Portela do Homem novamente.

Foi um dia agradável na presença de um grupo bem porreiro.

Track GPS

Xurês – Rota das Sombras
Publicado por: tpfernandes | 29/04/2010

Uma centena e tal de caches depois…

Hoje, com 272 caches feitas, e umas dezenas de founds desde o último aqui relatado em Julho de 2009, deu para dar um salto ao Algarve em Agosto e basicamente para ir fazendo alguns entre Braga, Porto e Viana.

Durante este tempo deu para perceber que há muita, mas muita cache em Igrejas, coisa que me causa um bocado de confusão quererem os owners darem a conhecer Igrejas que por vezes são praticamente iguais, praticamente da mesma época. Percebo também que há caches, como tudo na vida, sem o mínimo interesse, que servem, só e apenas, para aumentarem mais um found na nossa contagem. Ao invés, há caches que são dum interesse histórico e cultural fantástico.

Como sabem, o blog esteve um pouco em stand by, logo, não vou relatar as caches interessantes que visitei desde a última relatada até hoje, espero que compreendam.

Vou tentar, daqui para a frente manter o blog actualizado.

Publicado por: tpfernandes | 23/04/2010

Braga – Santiago (22,23,24 Julho 09)

Á semelhança do ano anterior, este ano a ida a Santiago nunca esteve descartada mas por outro percurso. Depois de umas pesquisas por track na net, juntei algumas e segui caminho.

Este percurso foi feito em 3 dias por mim e por uns amigos entre Caldelas e Santiago de Compostela, passando pelo Gerês, Xinzo de Limia e Ourense. Começa na Geira Romana percorrendo-a praticamente toda seguindo até Ourense onde lá segue pela Via de Prata.
Com 60% de estrada e 40% de terra batida revelou-se um percurso bastante duro principalmente no segundo dia pois fizemos muita estrada e a subir.

1º Dia – Urjal – Xinzo de Limia – 23 Julho – 98 Km – 7h e 38 m a pedalar

7 da manhã, levantar, carregar tudo na Traffic e siga estrada fora. Chegámos a Urjal (a cerca de 40 km de minha casa) por volta das 8 e 50, ainda parámos pelo caminho para tomar café e comer qualquer coisa.

A 2 km do ponto de partida – obras na estrada – estava mesmo impedida. Para não perder mais tempo, decidimos fazer 2 km de bike e subir até Urjal.

Na parte da manhã surgiram alguns imprevistos. Primeiro, o crenque esquerdo da Runner do Paulinho teimava em desapertar, e porquê? Porque vinha moído de casa, tivemos que parar 3 ou 4 vezes para reapertar. Numa parte em que o terreno tinha muita pedra, um toque a mais no travão da frente fez-me ser cuspido da bike para a frente, batendo com os joelhos no guiador, passei por cima da bike, em seguida ela por cima de mim e o resto já se sabe. Resultado: 2 joelhos pisados, 4/5 minutos no chão meio tonto, 2 ou 3 riscos no GPS e mais tarde apercebi-me que o shifter direito deixou de funcionar, noto que está meio torto. 3 ou 4 km adiante volta a funcionar e uns 15 km depois pára novamente. Abri-o, pus-me a mexer para lá e até ao final do dia não se queixou mais, mas noto que o trabalhar dele não é tão suave como antes da queda.

A chuva ainda caiu de manhã, o meu casaco fez jeito, ainda bem que não dei ouvidos aos 3 “marmelos” que iam só de Jersey e diziam que não fazia falta, viu-se.

O terreno da parte da manhã foi o melhor do dia, possivelmente não encontrarei nada minimamente parecido com a Geira Romana em Espanha. A água e a travessia de pequenos riachos eram uma constante bem como os pedregulhos com que simpatizei, a partir da queda, o andamento e a confiança para abusar nunca mais foram os mesmos.

A fauna do Gerês é fantástica, cavalos selvagens, cabritos monteses, vacas barrosãs e muito mais que não tivemos oportunidade de observar. Houve um episódio engraçado com uma vaca que teimava em não sair do único caminho possível, a dita olhava duma maneira ameaçadora, mas rapidamente percebemos que tinha era medo e ainda andou uns metros à nossa frente.

A cena mais engraçada do dia foi que ao km 10 sensivelmente, 2 canideos (abandonados presumo), colaram-se a nós durante cerca de 15 km, ficaram com um nome pois claro, uma cadela de grande porte ficou baptizada como Braga, e o pequeno parecido com uma Raposa, o Santiago. Ainda dei uma barrita ao Santiago, já que a Braga não quis. Depois de comer, desapareceram, pena, pois se chegassem até Santiago vinham embora comigo.

Fizemos poucos kms de manhã (36) e não fomos almoçar às Cascatas das Pozas como previsto, almoçamos sim, num sitio simpático com umas mesas e com um riacho em plena Mata da Albergaria.

Da parte da tarde, não há muito para contar, não contava fazer 62 km em alcatrão sempre a subir praticamente, coisa que os Intense 2.25 não gostam, nem eu!.. Mas que me manda a mim ir à maluco com pneus de taco aberto?

Cumprimos os objectivos, chegamos a Xinzo de Limia (20:30). A primeira residencial que encontramos, ficámos. 35 € por quarto duplo é muito, mas como aquela hora e depois daquele dia estafante não apetecia andar à procura de quarto.

Banho tomado, bálsamo nas pernas, desci para comer qualquer coisa, não tinha fome. 2 copos de leite com café e uma torrada foram o bastante.

São agora 23:35 (hora portuguesa), vou dormir que amanhã às 8 estou a sair fora da cama para mais um dia duro praticamente todo em alcatrão. E eu a pensar que tinha revisto a track em condições.

2º Dia – Xinzo de Limia – Oseira – 24 Julho – 90 Km – 7h e 36 m a pedalar

A saída ficou combinada para as 9h (hora portuguesa), às 9 e 15, eu e o Paulinho estávamos há cá em baixo num supermercado próximo a comprar qualquer coisa para o pequeno almoço. Do Filipe e do Violas nem sinal deles. Chegaram cá a baixo às 10 horas.

Segundo a track que tinha, as previsões não eram as melhores, mais um dia de muito alcatrão. 5 km depois de arrancar vi uma indicação da Via de Prata que é igual à dos Caminhos de Santiago, chegamos a acordo de seguir pela mesma desviando um bocado da rota inicialmente prevista.

Durante a parte da manhã, andámos cerca de 58 km por umas descidas fantásticas com pedras soltas à mistura. Numa parte enganámo-nos  na direcção em que a seta amarela apontava e subimos mais do que o que devíamos mas valeu a pena. O Filipe que ia mais adiantado a subir chegou mesmo a ver um veado por entre searas de trigo e campos que me pareceram ser de criação de gado de corrida.

Por volta das 13 horas chegámos a Ourense e parámos para almoçar, bendito Mcdonalds no shopping.

Da parte da tarde, decidimos continuar pela Via de Prata pondo de parte o alcatrão. Chegamos ao albergue previsto (S. Cea) por volta das 19 h, tinha condições bastante agradáveis. Os 3 marmanjos queriam andar até ao próximo (Oseira, + 19km). Carimbo em S. Cea e fizemo-nos à estrada para o seguinte.

Chegados a Oseira deparamo-nos com uma aldeia minúscula, com meia dúzia de casas, dois cafés e um convento que, pelo que entendi era de Monges.

Encontrei 2 italianos e uma italiana que faziam a sua peregrinação a pé, um deles já o tinha visto no albergue anterior. Perguntei-lhes onde dormir e tomar banho ao qual me responderam que banho era para esquecer pois a zona de banhos tinha fechado (isto às 22h locais), dormir, numa capela com beliches, colchões no chão e uma casa de banho. Capela essa que era bastante fria, pois era totalmente construída em pedra. As camas não eram das melhores, sorte tive eu que ainda fiquei com a menos pior.

O jantar, esse foi num café da aldeia, fui buscar pão (duro como uma pedra), queijo, presunto e aquarius. Para me lavar, tive que improvisar, fui a uma fonte em frente ao café lavar alguma roupa, as pernas, braços, dentes e cara.

A saída para o terceiro e último dia ficou marcada para as 8 h com a dona do café com o pequeno almoço à nossa espera. De referir que esta senhora só abriu o café porque lhe demos a certeza que lá íamos, senão só da parte da tarde. Isto para terem noção da aldeia pacata que era.

3º Dia – Oseira – Santiago – 25 Julho – 85 Km – 7h e 36 m a pedalar

Encontrámo-nos à hora marcada no café para o pequeno almoço. Reabastecer água para a viagem e começamos logo monte acima em alcatrão. As 10 da manha já escorria suor por todos os cantos.

Decidimos seguir pela Via de Prata mais uma vez, que segundo a track que tinha, andava uns 5 km a Este.

Da parte da manha encontrámos de tudo. Desde alcatrão interminável a single tracks fabulosos, descidas fabulosas por entre aldeias simpáticas, etc.

O almoço foi as 13h (hora portuguesa) numa taberna. Uma tábua de queijo, enchidos, pão e aquarius. A fome não era muita, a ânsia de chegar ao destino falava mais alto.

Da parte da tarde encontramos um senhor que por acaso não devia estar com uns copitos a mais que só dizia que o Ronaldo era bom e que a Mondraker também era.

Por volta das 3 da tarde parámos num posto de abastecimento para dar um banhos às bikes e ligar para casa para a nossa boleia sair, isto a 25 km de Santiago.

Nesta tarde andámos bastante em alcatrão principalmente a descer atingindo velocidades de 60 km/h, até passava por scooters. Uma delas com um senhor de boxers e sem calças. (sim, leram bem)

A cerca de 10 km, o pior acontece, o pneu traseiro do Paulinho rebenta de lado. Solução, trocar com o da frente visto que o peso todo vai atrás e tentar tapar o buraco com abraçadeiras plásticas pelo menos durante aqueles 10 km em alcatrão. E lá aguentou até Santiago.

10 km depois, ali estava a Catedral. Fotos da praxe, certificado da peregrinação, esta não me queriam dar, dizia lá a senhora, que não tinha carimbos suficientes. Tentei explicar-lhe que pelos sítios que passei, ou estava tudo fechado ou simplesmente não carimbavam, lá a convenci e pronto. Comprei umas lembranças e a boleia chegou entretanto.

Quanto ao Camiño, para quem não experimentou, que experimente fazer-se a ele, por este relato não percebem a mística que há por detrás do mesmo, as convivências com outra cultura aqui mesmo ao lado, o sentido de reflexão quando se pedala calado, a perfeita harmonia que há com tudo o que nos rodeia, tudo é excelente.

Em 2010 há mais. Santiago – Finisterra – Muxia talvez..

Track do Percurso

Restantes Fotos:

Braga – Santiago
Publicado por: tpfernandes | 19/08/2009

Ecovia/Powertrail do Lima – 19 de Junho


Depois de combinado com o paulop e o Luís (muggle), hoje foi dia de percorrer a Ecovia do Lima e ao mesmo tempo fazer o Powertrail do Lima.

Saímos pelas 9 h de Famalicão e arrancámos no início da Ecovia às 10 e 30 sensivelmente.

A Ecovia está num estado geral muito bom, um piso muito rolante sempre a par do rio com algumas pontes e paliçadas em madeira que tornam o percurso muito agradável.

Quanto a caches, ficou decidido fazer o maior número delas, ou seja, o powetrail todo (22) e fazer mais duas no centro de Ponte de Lima e dar um salto à área protegida das Lagoas de Bertiandos, esta última revelou-se uma desilusão.

No total fizeram-se 23 caches com 2 DNF’s no Powertrail e 1 nas Lagoas. Foi o dia que fiz mais caches, provavelmente nunca farei tantas.

Ficam as fotos deste dia:

GC – Ecovia do Lima
Publicado por: tpfernandes | 30/07/2009

# 117 – Aventura para Froxos e não só…

É o primeiro evento em que participo.. No geral, só tenho a dizer bem de tudo… O convivio, a organização, conhecer as caras que estavam por detrás do ecrã até hoje de manhã, bem, demais…

Quanto às actividades, simplesmente fantásticas, confesso que estava um pouco apreensivo quanto á escalada e à passagem da corda, mas como se costuma dizer, só custa a primeira vez…

Quero das os parabéns ao Rui Duque pela organização e ajuda prestada em tudo, mostrou-se sempre disponivel, um abraço….

Um abraço também aos overdose, kidloco, the profs, geod’arc, flyers, e mais alguns que neste momento não me recordo dos nomes…

Eu e a Sofia adorámos o evento, este é o primeiro de muitos…

Clique aqui para ver as fotos!

Publicado por: tpfernandes | 30/07/2009

# 100

Cache número 100. :D :D:D

Há 100 founds atrás, dizia eu para quem me falou do Geocaching:

- O quê? Procurar caixotes escondidos? O que tenho em troca? Objectos sem valor? Isso não é para mim.. É para quem não tem que fazer…

Agora, 100 founds depois, digo “venham outros 100″.

Desde Novembro de 2008 que descobri o que era o GC, um vício, uma forma de passar tempo livre em que a única coisa que se perde, é gasóleo, mas em compensação com o que se ganha, é insignificante.

O local não foi escolhido a dedo para a número 100, aliás, a número 100 deveria ser na Fenda da Calcedónia pois é um local que considero fantástico e mítico, mas, não pude esperar pela ida ao Gerês…

#100 – ST11 – Capela de S. Gregório

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